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  • O Vendedor de Picolés - (e O Quinto Setor)

    01

    Mai
    01/05/2012 às 22h24

    O Vendedor de Picolés
    O Vendedor de Picolés (e o Quinto Setor )

    Parece antagônico comparar, mas é extremamente compreensível a semelhança entre o Marketing na Internet e o Vendedor de Picolés. Em uma analogia imaginária, são como a letra V ( de Vitória ) que ...parecem dois pontos descendo para uma única convergência, um sentido só, um objetivo mútuo, um propósito recíproco.

    Veja a similitude.
    Todo dia ele passava em minha rua, sob um sol escaldante de quarenta graus, emitido um sonoro “Picolé, picolé. Olha o picolé!”. Seu Zé do Picolé era muito conhecido no bairro; note que eu disse no bairro. E assim ele seguia vendendo seu produto, ora muito, ora apenas algumas unidades, mas todos o reconheciam e o identificavam pelo seu “grito de guerra”.

    Cansado de ver aquela labuta ingrata para um homem tão trabalhador e honesto, chamei-o para uma palavrinha. Ele, meio indeciso, chegou-se dizendo que ainda precisava vender seus picolés. Eu lhe afirmei que nossa conversa seria um investimento para o seu negócio e o ajudaria nessa empreita. Ele concordou; eu muito mais, já que para mim seria um laboratório de grande valia para meu futuro em e-commerce e e-business. Não precisei explicar isso ao seu Zé do Picolé.
    Assim, eu sabia que o negócio não perduraria. Seria castrado no início do seu próprio sonho. Precisava de ações e ferramentas novas, de tecnologias aplicáveis e de retorno garantido, de um norte.
    Alguns minutos dialogando, descobri em seu Zé do Picolé farta receptividade e perspicácia, com muita propensão ao aprendizado de coisas novas, sem medo ou suspeições. 
     

    Convictos, mandamos confeccionar palitos com inscrições de promoção ( “Você ganhou um grátis” e “Traga seu amigo e leve um de graça” ) de modo que ao terminar o picolé as mensagens ficassem bem visíveis.
    Avisamos a todos que compravam o produto e, por fim, aumentamos em fração de centavos o preço para que ninguém sentisse a diferença, e sim, deliberadamente participassem consumindo com um sentimento de ganhos e vantagens.
    Não preciso dizer que, hoje, seu Zé do Picolé possui vários carrinhos de sorvetes onde traz também os picolés que fizeram sua fama se expandir para todos os bairros da redondeza.

    Guardadas as devidas proporções e diferenças entre o negócio físico do Se Zé do Picolé e o Marketing na Internet, é mister que se trace essa símile para entender a parecença:
    O Se Zé do Picolé, para nós webmarketers, seria o site;
    O picolé do seu Zé, para nós seria o produto;
    Sua área de venda, o bairro, para nós seria o provedor;
    Seu grito de guerra ( Picolé, picolé, olha o picolé! ), para nós seria o Marketing.
    Então as transformações vieram com nossas ferramentas em total integração ao negócio,
    Fizemos Marketing de consumo quando dissemos “Você ganhou um grátis”.
    Fizemos Marketing de atração quando dissemos “Traga seu amigo e leve um de graça”.
    Fizemos Marketing de vendas quando aumentamos o preço, sem exagero, dando os brindes.
    Fizemos uso de um novo provedor com a abrangência do negócio para outros bairros

    Enfim, usamos algumas das mais importantes ferramentas disponíveis na internet para incrementar um negócio físico de sucesso. Pense, mas pense muito nisso: coincidência ou realidade?

    Se você focar suas energias e perseverança, aliados a sua vontade de vencer, em assuntos pertinentes ao seu negócio na internet, fatalmente terá muito sucesso nesse ou em qualquer empreendimento.

    Agora, caso você não tenha afinidades com computadores, não veja com bons olhos o advento da internet, odeie trabalhar em casa e, por fim, não conheça e nem aceite que O Quinto Setor (
    http://www.brazbranco.xpg.com.br/o-quinto-setor.html ) veio para ficar e transformar tudo o que se conhece, hoje, sobre modelos arcaicos e ultrapassados de trabalho, seja para ganhar dinheiro ou, apenas para geração de uma renda extra, então não vá pescar...vá vender picolés!

    Braz Branco


  • SRO - Sistema Renda On Line

    25

    Dez
    25/12/2011 às 13h43

    Sistemas de trabalho por conta própria, com pagamentos diretos para você, sem intermediários. Diferente e fácil. Sem mensalidade nem ninguém controlando seu trabalho. Descubra esse segredo - http://www.sistemarendaonline.com/id.php?ind=693
  • A Corda

    04

    Dez
    04/12/2011 às 22h50

    04/04/2010

    Estes versos foram enviados para a Ana Maria Braga, como homenagem ao seu aniversário ocorrido em 01/04/2010, como uma maneira de convidá-la a vir assistir à nossa maior manifestação religiosa, hoje considerada a maior procissão do planeta: O Círio de Nossa Senhora de Nazaré. Agora ofereço, orgulhosamente, à leitura de quem gosta de coisas que saem do coração. Obrigado..

    A Corda

    Acorda, menino!

    Que a corda e o círio já são um rastro inerente                                        

    Já passa das seis e o povo se move em romaria

    À santa, abençoada, segue a fé que o povo guia

    E navega, indelével, sobre o rio-mar de gente

     

    Acorda, menino!

    Pois a corda que, contigo, no chão adormecia

    Ascende ao céu por mãos em indelével torpor

    Disputada no parco espaço de dedos feridos

    Preterido o gemido, o sangue fluindo, a dor

                                                                                                 

    Acorda, menino!

    Pega na parte que te cabe neste estranho mundo

    Busca tua fé nessa empreita, sol à pino, vai fundo

    E deixa o suor, teu sangue no chão, tuas pegadas

    Que a corda arrasta outros pés nessa mesma estrada

     

    A corda, menino.

    Faz dela a extensão dos teus braços ativos  

    Do sisal entrelaçado, tuas veias, teu traço

    Aperta com a força gigante que move tua fé

    Aconchega, envolve e protege tua mãe Nazaré

     

    Recorda outras cordas, outros círios vãos

    Concorda ser essa corda a melhor, a razão                      

     

    Dá corda pra que a santa se sinta incluída

    Pra corda enlaçar toda a esperança atraída

     

    Faz corda com os braços, se a corda quebrar

    Pra corda de braços e paz, o mundo abraçar.

     

    Acorda, menino...!

     

                                                                  

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  • A Difícil Compreensão (da guerra)

    04

    Dez
    04/12/2011 às 22h38

    23/05/2010 
     

    Monstro
      A Difícil Compreensão (da guerra)

     

     

    Burguês, buliçoso, burlador, buzarate,

                       Alcançou... 

    Uníloquo, ufano, umbroso, ulterior,

                      Governou...

    Satânico, satírico, sabotador, sacripanta,

                      Arquitetou...

     

    Heroificado, hediondo, hostil, holocáustico,

                      Guerreou....

      

        Choveu...

     

                   Trovejou...

                                          

    Assinatura

  • Os Meninos da Rua

    04

    Dez
    04/12/2011 às 22h14

    OS MENINOS DA RUA

    Meninos da Rua
    A violência doméstica e a falta de opções numa sociedade capitalista, são os motivos mais vivos no direcionamento dos nossos adolescentes para as ruas e para as drogas.

    Um censo ( não vou citar siglas porque odeio siglas que só traduzem mas não fazem sentido prático) nos informa que cerca de 70% dos adolescentes que moram e dormem nas ruas foram violentados em suas próprias casas. 30,4% são usuários de drogas e álcool. Relatórios apontam 32,2% dessas crianças tiveram algum tipo de discurssão verbal com seus pais e irmãos, 30,6% foram violentados fisicamente e 8,8% foram abusados e violentados sexualmente.

    São motivos relevantes, também, a busca pela liberdade, a perda da moradia pela família, a procura de trabalho para sustento dele e da família alem de conflitos com vizinhos e brigas com grupos rivais.

    Como vemos, existe um leque de opções disponíveis para esse inglório vestibular, onde a faculdade é a rua e o diploma é a cadeia.

    Agora o mais incrível é que a maior parte das crianças e dos adolescentes em situação de rua (58,3%) dorme em residencias com suas famílias e trabalha na rua enquanto 60,5% matém relacionamentos e vínculos familiares.

    Então o que pensar dessas estatísticas? Fica evidente que o problema é social/familiar. As famílias não conseguem ou as vezes não querem segurar seus filhos no seio de seus lares. Fica evidente que em certos casos, aos pais, até se faz conveniente essas fugas para as ruas visto que é mister o retorno dessas crianças com dinheiro para ajudar na sustentação da família fomentado a utopia de uma sociedade fracassada.

    Em contrapartida, os políticos, verdadeiros comandantes dos caminhos que nossa nação percorre, posto que legislam em favor do povo e para o povo, eximem-se dos males dessas feridas geradas pelas suas próprias atitudes anti-sociais, ás vezes até desumanas, quando em menos de 24 horas conseguem aumentos abusivos em seus obesos salários, em detrimento de um salário mínimo de pouco menos de 540 reais.

    Pode até parecer que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Engano de quem vira as costas para os miseráveis. Quando eles passam a ganhar mais, arquitetam projetos a curto prazo de novos números para engordarem seus bolsos e cuecas meramente políticas. Nesse momento, como cavalo de corridas, focam todas as suas energias nessa "árdua trarefa" de projeção de ganhos, aposentadorias, extras, etc., etc.

    E o povo, aquele eleitor tão bajulado durante a campanha política, como fica agora? Será que eles lembram o nome daquela criança que foi beijada nos braços da mãe, ou daquele trabalhor que mesmo suado foi abraçado e comtemplado com um sorriso amarelo. Tenho muito respeito e pena daqueles e discrença total destes. Na pirâmide social aqueles estão na base e estes no topo. Posição muito confortável para quem prometeu cuidar do povo e permanece sentado sobre ele, sem ao menos olhar para baixo, para os excluídos - ou serão esmagados?

    A minha opinião é que político tem que ter salário baixo, sem muitas mordomias, a não ser as essenciais ao seu desempenho da função e sempre em favor de quem o elegeu. Além disso, eles não poderiam largar seus cargos para se candidatar a outros. Teriam que cumprir seus mandatos até o final.

    Vejam como é incoerente: Um político pode tirar licença de seu cargo, eleito que foi pelo povo para exercê-lo, simplesmente para disputar uma nova eleição para um outro cargo maior. E se perder pode retornar para assimir seu antigo cargo, sem perdas salariais.

    Pode um trabalhador, simples mortal, largar de seu emprego para se candidatar a outro sem ser demitido? Claro que não, e nem ao menos pode faltar ao trabalho sem que lhe sejam descontados os dias parados.

    São esses fatos e situações que se refletem na má distribuição de rendas neste país. O rico cada vez mais rico e o pobre abaixo da linha aceitável de probreza, se é que existe essa linha. Aí vem o desemprego, os conflitos familiares pela falta de opções, de trabalho e de dinheiro. A educação fica cada vez mais distante, em algus casos inatingível para essas crianças geradas no seio das discrepâncias sociais, apoiadas apenas na esperança e na fé.

    Gostaria muito que hovessem mais ações políticas que atingissem diretamente essa camada da população que segue no trilho da sobrevivência.

    Me faria muito feliz ver projetos que distribuissem, se não equalitária, mas, pelo menos, proporcionalmente a renda dentro das diversas camadas sociais, sem discriminação, preconceitos ou prevaricações políticas.

    Precisamos de projetos sociais de relevantes nas comunidades de baixa renda que atenda não só os adolescentes, tirandos-os das ruas para praticarem atividades físicas, escolares e comunitárias, como também que abrangessem os familiares dessas crianças, dando-lhes trabalho, dignidade e oportunidades de mostrarem seus valores morais, que, convenhamos, estão adormecidos e escondidos no mais interior de seus corações.

    Fico, então com uma citação de minha autoria que resume tudo o que aqui foi exposto, não como crítica, mas como um desabafo de um cidadão brasileiro que não se cala diante das adversidades e desavenças sociais.

    "Uma criança com um livro na mão é o futuro. Uma criança com uma arma na mão tem que ser o passado"   

     

      

    BRAZ BRANCO

  • O Quinto Setor

    11

    Set
    11/09/2011 às 18h00

    O Quinto Setor - A Vingança                                                      

    Quinto Setor
                     Existem parâmetros traçados para um determinado fim que, na verdade, são congruências na concepção a que se propõem, não obstante as definições de objetivo e sentido amplo dos conceitos primordiais para o perfeito discernimento na análise e visão de quem, de fora, tenta entendê-los, seja em sua terminologia ou no seu sentido literal.

    Isso acontece quando isolamos, separamos, distinguimos e classificamos os 4 Setores amplamente conhecidos para identificarmos os que despontam como mais prováveis candidatos a assumirem o papel do QUINTO SETOR.

     

    Para o Primeiro Setor, o Estado (governo) e o Segundo Setor, mercado (empresas), a discrepância é plenamente visível, posto que, mesmo em seu antagonismo, os dois se completam com suas descontinuidades e propósitos não alcançados.

    O Primeiro financiado por nós, trabalhadores e cidadãos de bem, usando nosso suado dinheiro, falha no respaldo da cidadania e retorno em benefícios a nosso favor, provocando uma desigualdade social incontestável fomentada por politicagem, corrupção, favorecimentos e assaltos aos cofres públicos, esses mesmos que nós abastamos com nossa contribuição legalmente imposta pelo poder central, em forma de estrapolantes impostos e taxas tecnicamente disfarçadas para benefício único e exclusivo do estado.

     

    O Segundo, erguido e sustentado em seu próprio alicerce monetário, utiliza capital próprio na tentativa de oferecer oportunidades que se desmembraram, mais por incompetência do que por inoperância, dos objetivos do Primeiro Setor. Aí falha e se faz seletivo, exigente em demasia e, em certos casos, discriminativo quando sua oferta é o maior indicativo da sua preferência seletiva e não opcional. 

     

    Já o Terceiro Setor, entidades da sociedade civil (organizações sem fins lucrativos e não governamentais), talvez por excesso de dependência financeira, falta de opção ou mesmo de definição ideológica, tropeça nos seus próprios erros, ficando aquém da interatividade com os demais, porquanto, se sério fosse, estaria bem conceituado com seus objetivos sociais, humanitários e ainda cobriria, com êxito, a lacuna deixada pelos demais, proposta única de sua real existência que, infezmente, se desvirtualizou traçando caminhos novos de benefícios próprios, direcionamento político e trampolim para muitos participantes dessa ONGS meramente direcionados aos seus próprios projetos interesses.

     

    O Quarto Setor, definido por estudiosos como sinônimo da economia informal (a informalidade oficializada), apóia-se num quadrilátero conceitual ( fins lucrativos/informalidade/pirataria/mercado consumidor) que magnetiza a população de renda baixa e uma "nação" de centenas de milhões de desempregados ao redor do mundo, movimentando, segundo o consultor de empresas Faustino Vicente (Jundiaí-SP) em seu artigo sobre o faturamento desse Setor que afirma: "As estimativas sinalizam para um valor superior a uma dezena de trilhões de dólares, ou seja, o mais poderoso império econômico-financeiro do planeta azul. Por essa gigantesca cifra pode-se calcular qual é a perda de arrecadação tributária e o consequente estrago social junto a população de baixa renda".

    Diante desse novo contexto as empresas, que propagam a venda da excelência, reviram seus conceitos, tentaram reinventar suas bases estruturais, querendo migrar do Segundo Setor para o Quarto Setor com pretexto de desenvolvimento social/ambiental, colocando em xeque sua credibilidade e objetivos que deveriam seguir um padrão definido, como explanou o ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Muhammad Yunus em seu discurso: “Um empreendedor social, ao invés de ter apenas uma fonte de motivação, como a maximização de lucro, tem duas: maximizar lucro e fazer o bem para as pessoas e o mundo”.

     

    Conclusão:   

    Novas conquistas científicas incentivaram, nos últimos anos, importantes e revolucionárias aplicações na área de Tecnologia da Informática, reconhecidas como fantásticas inovações tecnológicas com aplicabilidade intensa nesse novo nicho de mercado a ponto de acabaram por realizar profundas transformações e nova postura social na vida das pessoas. Provocaram, com isso, uma desordem estrutural, agitação e conflito de idéias pré-concebidas para a concepção e consolidação do 4º Setor, atabalhoadamente definido (ou indefinido?).

                                           

    A Vingança
        A Vingança

    Como toda essa premissa foi necessária, apenas para despertar e ativar sua capacidade de discernimento para o intuito maior desse artigo que é o QUINTO SETOR, isento-me dessa discussão para não fugir do meu objetivo maior que é a sua criação e consolidação.  

     

    Agora imaginemos o eclodir de um novo mercado, um conceito precursor para uma proposta já existente mas vista por uma ótica inovadora e extremamente avançada. São produtos, serviços, informações, pesquisas, negócios, vendas, compras, educação e um leque infindável e inimaginável de opções, regidas por um veículo magnificamente atualizado e incontrolavelmente em ascensão, com clientes e usuários ávidos por descobrir todas as vantagens e acessibilidade desse mundo novo, desse admirável universo virtual: a internet.

     

    Agora você consegue imaginar o poder desse veículo e sua grandiosidade?

    Consegue mensurar, na atual conjuntura, a sua indispensabildade?

    Consegue visualizar, nesse contexto, a sua abrangência social?

    Consegue definir, na razão de ser, a sua importância na globalização?

     

    Então, certamente, concorda comigo  que esse é o futuro. E como o futuro se faz agora, posto que amanhã já será passado, eu, convictamente embasado na certeza de um preceito novo para uma situação de grandeza irreversível, afirmo e categoricamente defino (pedindo apoio de todos que labutam nesse espaço virtual) que, pela sua incontestável magnitude, por ter sido concebido naturalmente com seu próprio caminho traçado no limiar da razão de ser, nasce hoje, plenamente consolidado, o nicho do futuro: O QUINTO SETOR.

     

    O QUINTO SETOR já nasce grande, com centenas de milhões de internautas inseridos naturalmente sem convocação, sem discriminação social, sem pressão e com a maior espontaneidade do planeta em seu direcionamento e aceitação. Movimenta bilhões de dólares ao redor do mundo. Faz a diferença quando democratiza a inserção de pessoas sob a perspectiva da cidadania. Se faz grandioso em sua abrangência social por ser democraticamente pequeno em suas exigências e requisitais.

     

    Não exige profissionalismo pois propõe a auto-formação através de suas inúmeras informações úteis publicadas, de graça, na rede.

    Não provoca discriminação de raças, posto que todos são conhecidos virtualmente ou, se quiserem, por inserção de fotos ou nomes.

    Não incentiva a exclusão digital já que bombardeia milhares de sites com conhecimentos específicos e totalmente acessíveis.

    Não exime o acesso empresarial quando incentiva a participação em diversos programas de negócios formais ou não, para qualquer pessoa conectada, em qualquer lugar da Terra, aceitando individualmente conhecedores ou leigos, que, por seu próprio esforço, logo serão profissionais de negócios na web.

      

    São milhões de internautas ávidos por conhecimento, informações e lucros. Empresas virtuais que já nasceram para sobreviver em seu próprio ambiente. Lojas on line que comercializam produtos/serviços virtuais ou não. Correios eletrônicos que seguem na contra-mão do desperdício com o consumo de combustível e papel e, finalmente os consumidores em geral, pertencentes a todos os demais Setores.

     

    A esse pessoal todo unem-se os navegadores de plantão, os participantes de redes sociais, os colaboradores de sites de P&R (perguntas e respostas) e os curiosos, formando um turbilhão de partícipes que, involuntariamente, colaboram para que esse se torne o maior e o mais promissor de todos os setores: O QUINTO SETOR.

     

     

    Podemos considerá-lo uma doutrina, um regulamento, uma norma, um sistema, um neolismo?

    Não. É muito mais que isso. É um nicho do mercado que se expandiu em razão do próprio gigantismo de seus componentes em números astronômicos e fantásticos ao redor do planeta, difundindo sites, blogs, empresas de pesquisa, redes sociais, faculdades on line e novos profissionais. 

     

    O QUINTO SETOR surgiu nas asas do advento da internet alçando um vôo criativo sobre as falhas do Primeiro Setor, onde o governo não oferece, a contento, todos os serviços básicos a população dependente do apoio subsidiado por essa mesma sociedade.

     

    Supera o Segundo Setor quando oferece oportunidade de trabalho, sem mesmo requerer experiência, às pessoas que nunca imaginaram exercer atividades diretamente do conforto de suas residências, alheias ao trânsito, a horários e a violência das ruas.

     

    Se sobrepôe ao Terceiro Setor ao veicular, naturalmente, uma nova avaliação conceitual sobre ajuda mútua para um determinado fim, no qual todos serão beneficiados monetariamente, com ou sem direcionamento social em prol de uma comunidade global.

     

    No bojo desse novo conceito, afloraram e foram concebidas novas profissões, só possíveis de serem desenvolvidas na internet como webdesiner, webdeveloper, webmaster e webmarketer, etc.

    Com novas terminologias, as antigas idéias de trabalho para captação de voluntários como o Marketing de Rede, foram substituídas, repaginadas e adaptadas aos avançados conhecimentos e ferramentas tecnológicas disponibilizados na web. Surgiram novos conceitos de trabalho como o Marketing Multi Nível (MMN), Marketing Viral, Marketing de Atração e Marketing de Consumo. Todos agregando um fundamento básico de divulgação e captação de pessoas para tornarem-se assinantes de newsletters, participantes de sites de perguntas  respostas, afiliados de eventuais programas de marketing ou apenas para serem membros de redes sociais.

    As possibilidades são inúmeras e as ofertas infinitamente diversificadas.

    Assim, concluímos que o QUINTO SETOR se define e se sustenta na tríade usuário, internet e o mundo.

     

    A sorte está lançada. O QUINTO SETOR é uma realidade fantástica, uma conquista sem volta.

    Nos identificamos nele, trabalhamos nele, nos fizemos conhecidos nele, consolidamos nossas conquistas através dele.

    Então nada é mais justo do que consolidar e perpetuar sua existência, lutando pela sua divulgação e permanência, pois nós o fazemos com nossas atitudes e conquistas; nós o fomentamos com nossas idéias e conquistas; nós o atualizamos com nossas propostas inovadoras, avançadas e pioneiras, afinal "Nós somos o QUINTO SETOR".

     PS:  As fontes de pesquisa para os ítens 1º, 2º, 3º e 4º setores foram a wikipédia e sites afins buscados no Google.

    PPS:  Para o QUINTO SETOR, captei subsídios em sites de amigos webmarketers para defender a tese do QUINTO SETOR sob uma ótica pessoal de conhecimentos adquiridos na labuta diária e incansável busca de conhecimentos, virtude primordial de um bom profissional Webmarketer.

    Agradeço a todos e, desde já reitero meu pedido de apoio nessa empreita. Obrigado!

    Braz Branco

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